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António Carlos Cortez é professor de literatura portuguesa, poeta, crítico literário e ensaísta, nasceu em Lisboa em 1976. É investigador do CEHUM (Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho), bolseiro da FCT. Publicou desde 1999 quinze livros de poesia. Destacam-se da sua obra títulos como "A sombra no limite" (Gótica, 2004), "Depois de dezembro" (Prémio da spa, 2011), "O nome negro" (Relógio d'Água, 2013), "A dor concreta" (Tinta da China, 2016 - Prémio Teixeira de Pascoaes da APE, 2017), "Corvos cobras chacais" (Jaguatirica, Brasil, 2017, finalista do Prémio Oceanos 2018), "Jaguar" (Dom Quixote, 2019 - Prémio de Poesia Ruy Belo e Prémio António Gedeão/ Fenprof 2020), "Diamante" (Dom Quixote, 2021 - vencedor do Grande Prémio de Poesia da APE em 2022). Estreou-se na ficção, em 2022, com "Um dia lusíada" (ed. Caminho). Na área da crítica e ensaio, publicou "Nos passos da poesia" (Apenaslivros 2005), "Voltar a ler" (Gradiva, 2018), "Poética com dicção" (Gato-Bravo, 2020), "Crítica crónica" (Guerra & Paz, 2021). "Uma certa poesia" é o seu mais recente livro de ensaios no Brasil, após edição original em Portugal em 2018.
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